segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

× Starless ×

Obs.:> Esta poesia também pode ser compreendida de baixo pra cima ou de qualquer meio conveniente.Foto e Poesia: Alex Soares Andrade.
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Cardíaca subida ao cume central
O vento assovia e toca lentamente o rosto
Revitalisando as impuresas- cotidiano cinzento
Grande girasol luminoso que envia luz
Espaço imaginário que há dentro de nós
Sol e chuva, faminto zebú preto e branco
Por onde passa deixa nas fezes
A viajem para outro mundo.
Subindo, descendo
Apagar e acordar
Loop, piruetas
Som das trombetas
Não param de tocar.


Um comentário:

Anônimo disse...

Trabalho no Marcato tbm...achei seu blog muitoo interessante!!!