Você me deixou tocar, já sinto seu pulsar. Alimentado pela alma, meu corpo revigora, sou uma casca podre, coágulo em seu cérebro.Não aponte a arma, o tiro sai sempre pela culatra.
Trovoadas racham seu cérebro de passageiro, fazendo com que vomite fé e dúvidas de si mesmo, o progresso é só um passado eterno, preguiça, ira, amor contido e solidão, contrai minha mente e cega minha visão. Estou em total desespero sonhando com braços esplêndidos. Ao despertar estou de volta ao negro.
Texto e Foto: Alex Soares Andrade



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