terça-feira, 2 de setembro de 2008

Obs.:> Esta poesia também pode ser compreendida de baixo pra cima ou de qualquer meio conveniente. Poesia: Alex Soares Andrade
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Sofri um corte no orgulho
Que das mãos saíram formigas
Minha cabeça esticou 8 Km
A câmera num travelling
Tri - di - men - si - o - nal
Estou vendo a morte
refletindo na água parada
Silêncio
Estou pensando................
Quando passar o Andaluz
O padre levantar
Vou agir.

Um comentário:

aframboesa disse...

Alex!

o maravilhoso buñuel e dalí! o cão andaluz, o pioneiro.

que maravilha! eu sou fã do surrealismo e acho seu blog deveras interessante. já espreitei as palavras, as imagens, referências. . . muito bom! :)
obrigada por ter passado em minha casa. vou passar a frequentar a sua.

bisou *