segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Palhaço Eu, Palhaço Tú


 Obs.:> Esta poesia também pode ser compreendida de baixo pra cima ou de qualquer meio conveniente. Poesia: Alex Soares Andrade

Tentando subir mais não paro de descer
O monstro adormecido soltando fogo pelas ventas
O rio cheio e raivoso você pode não merecer
O rei engorda e acumula riquezas
Eu no meu canto parado e a cabeça girando
Mas sou forte e zika, dou uma bola e fortifica
As energias não fluem, desespero e desencanto
Acerto o rosto do palhaço gordo e sem graça 
O mundo sorri e ele fica chorando.

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